sábado, 24 de janeiro de 2009

Wanna run away, run away you and me

“(este tempo todo sou eu a tentar não parecer uma idiota)”

É difícil começar a escrever sobre a Catarina, especialmente se forem 3 da manhã e não houver luz em casa.

Podia escrever isto noutro dia, poder-se-á pensar. Mas não, é a hora certa, o dia certo, foi um dia em que fiz tudo errado e tudo correu mal.

Sempre tive dias assim, que me correm especialmente mal, as coisas acontecem-me, sem razão aparente. Eu queimo cabelo com um esticador (sim, ou encaracolador) que faz faíscas. Só um exemplo. E fico bastante agastada com este tipo de situações. Bastante. A questão é que eu neste preciso momento podia estar a queimar cabelo, de tal forma que a única solução seria rapá-lo, e estar contente.

Porque a Catarina é isso. Ela diz fatela, téni, chapéu-de-chuva, fobada (nem o Word conhece esta palavra Catarina), é do Sporting, tem coisas da Hello Kitty, fica coisinha de tal maneira que é frustrante falar com ela e mesmo assim faz-me feliz mesmo quando mais nada faz. Encaixa. Deixa-me tótó, lamechas

É por isso que apesar da distância, dos medos, das inseguranças, das dúvidas, de tudo o que pode correr mal…

“Então se é amor eu…

Diz…


Eu amo-te…”




A minha namorada é perfeita e escreve-me coisas lindas. (Isto porque eu disse que, por causa dela, me faltava a inspiração para escrever coisas no blog porque só me apetecia escrever sobre ela e então ela ofereceu-se para escrever sobre mim.)



Amo-te tanto.

2 comentários:

Hum... disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Sophie disse...

for what is worth it eu também digo fobada. Desculpa a invasão mas gostei muito do post.
Felicidades